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Diane Stein

  • Categoria: Textos
  • Publicado em quinta, 01 agosto 2019 13:10
  • Escrito por Sérgio Silveira
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Diane Stein

Para perceber e entender a mentora do Reiki Essencial há que perceber quem era esta mulher revolucionária e espiritual. Diane Stein nasceu em 1948, e é uma feminista, Wiccan.

É uma praticante de Reiki e autora de diversos livros. Diane Stein nasceu em Pittsburgh, Pensilvânia, graduou-se na universidade de Duquesne University em 1970 com um bacharel em Inglês e Literatura. Em 1972 ela recebeu um Master of Arts em Inglês e Literatura da University of Pittsburgh. O seu primeiro livro, sobre o I Ching, foi Kuan Yin “O Livro das Mutações” publicado em 1985. Desde então, ela passou a escrever diversos livros sobre cura alternativa, remédios naturais, a espiritualidade das mulheres, feminista e metafísica e mantém até 25 livros de sua autoria, até hoje. Ela considera a cura, como um elemento importante da espiritualidade da Deusa Mãe que ela especifica que todos os rituais devem conter elementos de cura. Ela atualmente mora na Florida. 

 

COMO APARECEU O REIKI ESSENCIAL

Só assim se pode compreender a adoção do mesmo Reiki por várias comunidades cristãs e ordens religiosas, nomeadamente os Jesuítas que, inevitavelmente, adotaram os cursos de Reiki nos seus programas espirituais. Como foi dito pelas próprias palavras da Diane Stein, após a morte da Sra. Takata, o Reiki Tradicional dividiu-se em várias linhagens devida ao desentendimento entre os mestres formados pela escola de Reiki Tradicional, e o rumo tomado pela Phyllis Furomoto, a sucessora da Sra. Takata. No seu livro Diane Stein relata o seguinte: 

“Entrei em contacto pela primeira vez com a cura pelas mãos no Festival Feminino de Música, de Michigan; entrei também em contacto com várias outras técnicas de cura. Desse dia em diante, soube que queria dedicar minha vida à cura. Tive vontade de desenvolver poderes mediúnicos e de aprender a fazer coisas que outras mulheres pareciam fazer tão facilmente. Durante os cinco anos seguintes, li todos os livros que pude encontrar sobre o assunto – não havia muitos – e experimentei (na maioria das vezes em mim mesma) o que aprendera. 

Em Agosto de 1987 (um pouco antes da Convergência Harmónica), encontrei a chave, mas parecia totalmente inacessível. Durante uma reunião para um jantar “metafísico”, encontrei dois belos homossexuais. Eles me viram fazer uma breve sessão de cura pelas mãos e então me perguntaram: “Quem lhe ensinou o Reiki?” Respondi que não receberá ensinamento em Reiki e que nem mesmo sabia do que se tratava. Os homens insistiram que o que eu estava fazendo era Reiki, e pediram para sentir as minhas mãos. Ambos declaram que elas estavam quentes e que essa era a marca de um agente de cura em reiki. Eu quis saber mais.  Mais tarde, em minha casa, quando esses dois homens fizeram comigo uma sessão de cura Reiki completa, soube que este era o sistema de cura simples que eu estava procurando. Perguntei onde poderia passar pelo ensinamento em Reiki e quais eram os custos; fiquei admirada ao saber que o ensinamento para iniciantes em Reiki – Reiki I – custava, na época, US$150 e que havia somente uma mulher na cidade que poderia ensinar. 

O ensinamento em Reiki II custava US$600, e o ensinamento em Reiki III/Mestre, a US$10.000, raramente era dado, mesmo que o interessado pudesse pagar.  Quando meu amigo que tinha ensinamento em Reiki II começou a tentar transmitir iniciações em Reiki, embora ele ainda fizesse o Reiki II e não tivesse recebido o ensinamento de Mestre em Reiki III, pedi-lhe para tentar em mim. Por vários meses, ele se recusou. Em Janeiro de 1988, nós três decidimos fazer um trabalho de cura numa ala destinada ao tratamento da SIDA num hospital local, e ele mudou de ideia. Recebi a minha iniciação em Reiki I em 2 de Fevereiro de 1988, e ficou evidente que o processo iniciatório havia funcionado para mim, apesar do status de Reiki II do homem que iniciou. Eu me senti cheia de uma energia que nunca antes tivera nem sonhara que existisse. Eu estava cheia de luz e amor por todos os seres. Minha capacidade de curar aumentou imediatamente, mais do que eu acreditava fosse possível, e a facilidade de usar o Reiki confirmou que esse era o método que eu estava procurando. Se as minhas mãos ficavam quentes antes, durante as sessões de cura, elas estavam muito mais quentes, agora. 

Eu soube naquele momento que eu queria ensinar o Reiki, mas não tinha a ideia de como isso seria possível. Em Novembro de 1989, viajei ao Meio-Oeste para dar um curso organizado por duas mulheres que eu encontrara, em 1988, no Festival Feminino de Música, de Michigan, e das quais fiquei muito amiga. Uma das mulheres tinha, recentemente, recebido o ensinamento em Reiki III de um Mestre que também achava que o método de cura precisava tornar-se mais acessível. Ela não tinha os US$10.000 tradicionalmente exigidos como taxa para o Reiki III, mas recebera o ensinamento por muito menos. O seu Mestre estava testando métodos de ensino modernos, e também fora treinado de forma Tradicional. Completamente de surpresa, durante aquele fim-de-semana, ela deu vários cursos de ensinamento em grupo, em Reiki I, e me deu o Reiki II; forneceu-me um certificado para ambos os graus e prometeu dar o ensinamento em Reiki III no próximo encontro, dizendo: “Eu quase fiz isso agora, mas não consegui encontrar as apostilas com os símbolos.” Em Junho de 1990, durante o solstício de Verão, dei um curso de fim-de-semana perto de Denver. 

Durante o curso, ofereci iniciações em Reiki I, a título de experiência, a qualquer pessoa que desejasse obtê-las. Depois do fim de semana em Denver, a parceria da minha instrutora de Reiki II, que também estava viajando pela região, veio passar um dia comigo. Uma de suas amigas, que eu nunca encontrara antes, trouxe-a até a casa onde eu estava e ficou para o jantar. Durante o jantar, falei sobre o curso e como desejava a iniciação em Reiki III “de forma que eu pudesse fazer direito”. A amiga disse: “Não tenho tempo para ensinar, mas, se tudo o que você precisa é a iniciação, posso transmiti-la agora mesmo.” Sentadas à mesa de jantar, tendo à frente a sobremesa, ela me deu a iniciação em Reiki III. Nunca mais me falaram sobre ela, mas sou-lhe profundamente grata. Em Fevereiro de 1991, novamente durante a festa da Purificação da Virgem Maria, dei um curso de fim de semana em outra cidade. Ensinei o Reiki I e II e vi uma mulher, na classe, olhar com cara feia e franzir as sobrancelhas durante todo o curso. Quando terminou, ela disse que era uma Mestra/Instrutora em Reiki Tradicional e queria falar comigo. Censurou severamente vários aspetos do meu ensino. 

Uma coisa que ela condenou foi o facto de eu deixar que os alunos me vissem transmitir as iniciações sagradas – algo que continuou a fazer. Ela protestou dizendo que o meu método não era o Tradicional, e que qualquer mudança com relação ao método Tradicional não seria mais Reiki. Eu discordei. Ela concordou em fazer e passou mais ou menos uma hora, no dia seguinte, instruindo-me sobre a iniciação Tradicional e os métodos de ensino. Também repetiu a minha iniciação em Reiki III de forma Tradicional. A mulher prometeu-me um certificado, que nunca me foi entregue, dizendo que não o faria a menos que eu adotasse o seu método estritamente Tradicional. O que eu estava usando naquela época era uma combinação dos métodos de minha instrutora em Reiki II e o meu próprio; por serem altamente eficazes, eu não desejava alterá-los. Depois desse festival, ficou claro para mim o que eu devia fazer – ensinar o Reiki a mulheres (e homens) que o quisessem, tanto quanto possível. 

Este magnifico sistema de cura deve estar disponível a todos, independentemente de poderem pagar ou não pelos ensinamentos. Embora, eu seja uma Mestra em Reiki há quatro anos, e tenha ensinado centenas de alunos, não tenho o Certificado Tradicional oficial. Não acho que isso seja importante. Ofereço aos alunos o meu próprio certificado com o título de Reiki não-tradicional, completamente convencida de que não estou perdendo nada da capacidade de ensinar com eficácia. Pedi-lhe que continuassem com a minha ética de preços baixos e bolsas de estudo, quando necessário, e dessem prosseguimento à desmistificação de um sistema de cura que precisa ser universal. Muitas mulheres e alguns homens estão seguindo por esse caminho.” 

 

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