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Certificados

  • Categoria: Textos
  • Publicado em terça, 17 maio 2016 01:18
  • Escrito por Sérgio Silveira
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Certificados Profissionais de Reiki Essencial

Tem vindo a receber mensagens e pedidos de esclarecimentos sobre como ver reconhecidos os certificados de Reiki, feitos no anterior sistema de ensino de aprendizagem.

Como todos sabemos que é possível ser reconhecido pela DSQA Direção de Serviços de Qualidade e Acreditação, e por uma entidade certificada, os cursos de Reiki Essencial. Para isso seja o praticante de módulo 1, 2 ou 3, terá forçosamente que passar por uma nova avaliação de conhecimentos para ter acesso aos Certificados de Formação Profissional pela DSQA, e reconhecidos pelo IEFP Instituto do Emprego e Formação Profissional, no decreto de lei 474/2010. Essa necessidade de passar novamente por uma avaliação de conhecimentos, prende-se com o novo projeto de intervenção para o Reiki que vai determinar os temas abordados em cada módulo, as avaliações que serão feitas, tempo de duração de cada módulo, o local onde faz a formação, os anos de ensino do formador, entre outras medidas de avaliação à formação em Reiki. Obviamente, como sabemos, muitas das anteriores formações não tinham partilhas, aulas de apoio constantes, ou avaliações sumativas, e essas formações eram muitas vezes feitas num somente dia. Infelizmente ainda hoje isso acontece.

Assim para regulamentar o ensino do Reiki Essencial em Portugal, diversas escolas tiveram de projetar as novas formações reconhecidas num modelo único de ensino e de avaliação. Por isso, é que os novos formandos terão de passar novamente por todos os módulos, independentemente de já terem feito ou não a muitos anos. Somente assim, é que garante que possam receber o Certificado de Formação Profissional emitido pela entidade formadora, reconhecida pela DSQA. Para mostrar as muitas diferenças do sistema de ensino antigo para o novo sistema de certificação, coloco aqui alguns parâmetros novos de avaliação:

 

a). Existe um sistema de avaliação contínuo dos formandos em cinco parâmetros (conhecimentos adquiridos, competências avaliadas, assiduidade, relações de grupo e adaptação às tarefas propostas). Neste novo sistema de avaliação o aluno pode não ter aproveitamento, caso não obtenha 9,5% valores.  

b). Carga horária diferente em cada módulo, varia entre 25 horas e 124 horas.

c). A duração de cada módulo varia de um mês (Shoden) para cinco meses (Okunden) e um ano para (Shinpiden). Em termos temporais os três módulos podem ser cumpridos em aproximadamente um ano e meio, entre práticas e teóricas consecutivas com avaliação permanente dos seus formadores.

d). Os Mestres de Reiki são obrigatoriamente formadores com o CCP – Certificado de Competências Pedagógicas passado pelo IEFP, e tem de ter dois anos de experiência em formações antes de aceder às formações certificadas pela associação.

e). Existem provas nos três módulos de avaliação técnicas, teóricas e exames escritos que contam para avaliação final do formando. São obrigatórias e serão feitas durante as formações de cada módulo.

 

Somente por esta pequena amostra de mudanças significativas que apresentam as novas formações de Reiki, podem compreender a importância do novo formando fazer uma nova reciclagem de conhecimentos, com uma avaliação final determinada com os novos padrões. Nesta sociedade que tanto pedimos e divulgamos uma terapia complementar que deve ser regulamentada e exigida aos seus profissionais uma postura ética, profissionalizante e capaz de passar a mensagem à sociedade de uma formação credível, agora temos tudo isto disponível para quem deseje ser certificado.

Para todos aqueles que desejam manter no anterior regime de formação (cursos livres), o meu conselho é que façam o quanto antes essa transição, pois eu acredito que no futuro próximo, quando houver uma regulamentação na lei 45/2003 que inclua o Reiki como terapia não convencional, as regras do jogo serão muito diferentes, uma maior exigência e maiores custos associados à formação de profissionais de Reiki, do que a atual realidade.

Como mestre de Reiki sempre desejo que o objetivo seja a introdução em Portugal do sistema de certificação profissional nas formações de Reiki Essencial e depois pedir aos organismos centrais, a introdução deste sistema no decreto de lei sobre terapias não convencionais (Lei 45/2003 de 22 de agosto). Somente assim na nossa perspetiva é que haverá um Reiki credível, aceite pela sociedade e adaptável às regras e condutas éticas de uma profissão reconhecida.

 

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