Okanbi expressa profunda preocupação com a forma como as religiões africanas têm sido adaptadas e comercializadas, desvirtuando os Seus fundamentos originais Iorubás.
Okanbi critica veementemente a mistura de tradições e a alteração das características originais das divindades Iorubás, que antes era compreendida pelo contexto da perseguição, mas que hoje é vista como ignorância.

A segunda grande crítica é dirigida à moderna adoração de estatuetas e à excessiva comercialização dos símbolos sagrados:
Okanbi apela a que a fé e a religião Iorubá sejam baseadas na educação e orientação espiritual do ser humano, e não no perpetuar de crenças e ignorância generalizada.