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Centro de Terapias Alternativas

Distúrbios mentais

  • Categoria: Textos
  • Publicado em quinta, 01 agosto 2019 14:35
  • Escrito por Sérgio Silveira
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Distúrbios mentais

É do conhecimento dos profissionais, que lidam com distúrbios nas pessoas depressivas, e em especial com o problema da integração social.

Esta é uma questão que acompanha os homens desde os tempos mais antigos da civilização. Porque a sociedade, em diferentes épocas da nossa história, demonstrou atitudes de discriminação e menosprezo com essas pessoas. Isso ainda ocorre, porque em essência, poucas foram às modificações ocorridas nas relações sociais. A inclusão então, exige a valorização das capacidades e não das diferenças das pessoas. A atenção deve estar no equilíbrio adequado do papel das instituições. Na procura de uma melhor integração e interação, da pessoa na sociedade, deveremos começar com os profissionais que estarão envolvidos neste processo sejam eles professores ou especialistas. Antes de tudo, todos deverão ter uma visão generalista e holística do distúrbio mental. O termo Holístico, traz consigo um significado do grego "Holos” ou seja “todo” ou “total", defendendo que o corpo físico não pode ser tratado isoladamente. Em outras palavras, no seu entendimento leva em conta todos os níveis do ser humano (físico, energético, emocional, mental, psicológico, etc.) e não só da parte física e dos seus sintomas, como considera que estes níveis estão interligados e afetam-se mutuamente. Desse modo, sintoma ou doença física é considerada apenas um efeito de desarmonia entre os níveis.

É importante salientar que a estrutura e o ambiente familiar devem também estar adaptados para receber e compensar as deficiências estruturais da mente destas pessoas, e nada melhor do que os especialistas para estruturarem esses locais; tudo isso para uma melhor socialização dessas pessoas e também torná-los o mais independente possível. O problema engloba a melhoria na qualidade de vida das pessoas, com necessidades de distúrbios de ordem emocional ou mental para que eles possam voltar a ocupar o seu lugar na sociedade. A dislexia, a hiperatividade, as desordens de atenção, problemas de concentração e muitos outros, são problemas que nos deparamos em nosso dia-a-dia e para os quais poucas soluções existem, ou melhor, poucas soluções se conhecem. No entanto, cada vez mais estão surgindo novas teorias e novas formas de melhorar e aliviar tais problemas. Sabemos que essas disfunções devem-se ao mau funcionamento no nível do sistema nervoso central. Como o sistema nervoso central é um campo muito vasto, vemos que existem muitas teorias, mas por vezes as soluções tardam a dar resultados, ou esses resultados são inconsistentes.

Na observação de jovens, adultos e crianças têm mostrado a existência de disfunções no corpo e no sistema sacro craniano. Vê-se que, a correção dessas disfunções resulta num melhoramento grande nas condições de hiperatividade, desordens de atenção, problemas de concentração, agressividade, depressões, etc..., que os adultos e jovens apresentam. Infelizmente, muitas das disfunções existentes no corpo ou no sistema sacro craniano não são detetáveis nos exames que atualmente são realizados. Uma vez que essas disfunções não são visíveis nos exames e que são poucas as pessoas treinadas na sua deteção e correção, essas disfunções passam então despercebidas pela grande maioria dos profissionais da saúde. É dessa forma que apenas se detetam as consequências ou os resultados do mau funcionamento do corpo e do sistema sacro craniano, mas não as suas causas e origens. E são essas alterações que muitas das vezes provocam o mau funcionamento do sistema nervoso. Se o corpo não está bem ele acaba por criar um desconforto constante que esgota e altera todo o sistema nervoso e mental.

Com as técnicas das terapias complementares, como o Reiki, um terapeuta devidamente treinado e acreditado por uma associação, vai através de diversas técnicas agir sobre diferentes estruturas celulares provocando a recuperação desse movimento perdido. Estas terapias que poderíamos definir como uma "terapia não agressiva e nem invasiva", através de pequenos estímulos volta a permitir que o corpo ative as suas frequências básicas, e com isso, a sua capacidade de autocura e equilíbrio. Usamos, então, estas terapias complementares que são compatíveis com qualquer tipo de tratamento alopático ou homeopático. O tratamento de pessoas com distúrbios depressivos dá-se ao nível do sistema nervoso e lesões cerebrais, e podem ser facilitadas através das terapias complementares que trabalham com todos os tipos de energia, que será mais benéfico quando aliado à Medicina Tradicional.

 

MEDICINAS COMPLEMENTARES

Estas medicinas devem ser chamadas de medicinas complementares e não alternativas, uma vez que elas complementam e não substituem nem a medicina Tradicional e nem qualquer outro tipo de medicina ou terapia. Tudo se complementa, e não deve ser dito que uma é melhor do que outra, ou que uma substitui a outra. Algumas técnicas terapêuticas dão melhores resultados nuns problemas do que noutros e cabe sempre à pessoa o direito de decidir o que quer para ela e qual a técnica, terapia ou medicina que deseja. O ideal é usar várias das formas a se complementarem, pois dessa forma os resultados são muito superiores. Ao profissional cabe o papel de aconselhar e recomendar convenientemente a pessoa para aquilo que se acha melhor para ela, baseado nos seus conhecimentos. Esse trabalho tenta dar esclarecimentos sobre algumas medicinas complementares bem como suas capacidades, utilidades e contra indicações.

 

TERAPIAS VIBRACIONAIS

Terapia Vibracional é um termo genérico que designa todas as terapias que visam atuar no campo de energia de um outro ser com o objetivo de equilibrá-lo. Tudo no Universo é composto de energia interligada. O nosso corpo não é exceção, essa energia vibra e é absorvida pelo nosso corpo através dos nossos corpos subtis. Mas esse equilíbrio por vezes é quebrado e a entrada e saída de energia é feita de forma deficiente por razões que têm a ver com o tipo de vida e emoções que vivemos, levando-nos a um estado de doença. No entanto existe à nossa volta tudo o que precisamos para nos curar e libertar das impurezas e equilibrando as nossas energias.

 

EM QUE CONSISTE

O Reiki como terapia considera que existem corpos subtis que interagem entre si, e que uma alteração no Corpo Físico é sempre precedida por outra em algum dos corpos subtis, sendo a doença uma somatização de alguma desarmonia ocorrida em algum plano energético. A cura consiste então em harmonizar as vibrações dos nossos corpos subtis, resultando ao nível do paciente numa melhoria de saúde e bem-estar. Uma maneira de situarmos as vibrações dos corpos subtis é lembrarmo-nos do espectro vibracional da natureza, onde estão incluídas as frequências baixas, como por exemplo, as eletromagnéticas (ondas de rádio e TV), as do espectro de luz visível (do infravermelho ao ultravioleta), as de micro-ondas e muitas outras. As vibrações dos corpos subtis que envolvem o corpo físico também estão neste espectro, e podem ser harmonizadas pelo fenómeno da ressonância ao contacto com vibrações de mesma frequência. A grande vantagem nestas terapias é não terem efeitos secundários, pelo contrário, contribuem para anular os efeitos secundários de tratamentos complexos das medicinas convencionais, restituindo o equilíbrio físico, emocional, mental e psicológico.

O REIKI COMO TERAPIA NATURAL

Reiki é uma palavra japonesa que significa "Energia Vital Universal" que circunda por todos os lugares, pelo nosso corpo mantendo-o vivo e ativo. O Reiki então é o processo de encontro e equilíbrio dessas duas energias, a energia universal com a nossa porção física. Quando fazemos uso da energia Reiki estamos aplicando energia-luz, visando recuperar e manter a saúde física, a mental, a emocional e a espiritual; é um método natural de equilibrar, restaurar, aperfeiçoar e curar os corpos. O Reiki Hoje é um método consagrado, sendo reconhecido como terapia pela Organização Mundial de Saúde. Nos Estados Unidos é aplicado em muitas Instituições de Saúde, como o The Medical Center of Massachusetts e o New London Hospital. No Brasil, temos o conhecimento que essa terapia está sendo aplicada desde 1999, no Hospital Universitário Gaffrée e Guinle Unirio, situado na cidade do Rio de Janeiro. Em Portugal e Espanha, diversos hospitais estatais fazem aplicações de Reiki em doentes terminais ou com doenças crónicas muito desenvolvidas, trazendo um aumento de qualidade de vida como o retrocesso de algumas doenças, são esses casos o Hospital do Porto IPO e em Espanha o Hospital “El Cajal”.

VANTAGENS E BENEFÍCIOS

O Reiki encontra-se ao alcance de todos, inclusive crianças, idosos e pessoas doentes. A aplicação de Reiki em pessoas com distúrbios de ordem mental ou aspetos depressivos proporciona um maior aumento de consciência, uma melhoria na sua atenção no dia-a-dia, e aumenta o fluxo sanguíneo de forma a melhora todos os nossos órgãos internos. Não existe limite de idade, nem condição prévia alguma exigida para a aplicação da técnica de Reiki. É um processo simples e direto, podendo ser aplicado num espaço calmo e sossegado. A técnica é segura, sem efeitos colaterais ou contraindicações, sendo compatível com qualquer outro tipo de terapia ou tratamento. Não é um sistema religioso, filosófico, com restrições e tabus. Não usa talismãs, preces, mentalizações, visualizações ou qualquer objeto para a sua aplicação prática. A energia não é manipulativa, o praticante simplesmente coloca as mãos e a energia flui na intensidade e na quantidade determinada por quem a recebe. Não é necessário despir o paciente durante a aplicação, pois a energia percorre através de qualquer roupa. O terapeuta não precisa conhecer o diagnóstico da patologia para efetuar com sucesso o tratamento.

 

A prática Reiki está inserida no contexto das práticas terapêuticas alternativas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (O.M.S.), e serve igualmente para o auto tratamento, e o tratamento de outras pessoas, plantas e animais. Durante os tratamentos, embora não seja comum a todas as pessoas, ocorreram casos em que aconteceram afloramentos de dores físicas, emoções e lembranças geradoras de traumas e bloqueios. Alguns possíveis resultados das primeiras atuações do REIKI são:

 

Dores em regiões em desequilíbrio;

Dores de cabeça (é comum ter dores de cabeça, sobretudo se a pessoa apresenta ainda alguma resistência interna – a dúvida é um sinal de que há resistência);

Libertação do intestino com possível diarreia. 

Aumento do fluxo urinário (como o REIKI primeiro age de forma a "limpar" o organismo, é comum e até natural que tanto a bexiga quanto o intestino sejam libertados, pois são os dois principais órgãos excretores do nosso organismo);

Aumento ou supressão do fluxo menstrual (o REIKI vai agir sobre o sistema reprodutor, em especial o feminino, de modo a equilibrar as suas funções);

Sono exagerado (o REIKI provoca o restabelecimento físico de modo que as pessoas stressadas ou muito cansadas ou em desequilíbrio são tomadas por sono incontrolável, até voltarem a se equilibrar novamente);

Aversão a alguns alimentos (em muitos casos a carne vermelha, sobretudo a carne de porco, e individualmente os alimentos que são ingeridos em excesso – o REIKI promove equilíbrio como um todo);

Aversão a substâncias tóxicas (cigarro, drogas, alimentos com excesso de agrotóxico, inseticidas, etc.); 

Sensações de estar satisfeito, como se acabasse de fazer uma boa refeição (o REIKI não apenas cura, mas também alimenta.) As pessoas que absorvem o REIKI constantemente devem diminuir gradativamente a quantidade de alimentos processados a serem ingeridos, para evitar que engordem em demasiada;

Aumento de sensibilidade (as pessoas tornam-se de imediato mais sensíveis; no primeiro momento, as emoções podem se manifestar de maneira descontrolada, fazendo com que a pessoa ria ou chore aparentemente sem motivo; com o tempo, conforme o REIKI vai agindo sobre a pessoa as suas emoções vão se controlando, mas mesmo assim torna-se mais sensível e mais percetivo, conseguindo responder aos impulsos energéticos com maior prontidão, percebendo intenções alheias, etc.).

Temos que olhar, no entanto a cura, e não os desconfortos transitórios inerentes ao processo. Por vezes o REIKI pode não produzir a cura física, no entanto, atua na cura da mente, produz relaxamento das tensões, dissolve o stress, é eficaz em estados depressivos, ansiedade e pânico, e muitas outras. O REIKI gera calma, amor e paz profunda.

 

QUANDO NÃO APLICAR REIKI

A princípio não há como prejudicar alguém com o Reiki, não há como prejudicar alguém com o amor que vem de Deus. Existem poucas exceções. Em casos de fraturas, o Reiki só deve ser aplicado sobre a região em carácter de emergência, para reduzir a dor. No caso de um acidente no qual haja a amputação de um dedo, por exemplo, aplicar Reiki poderá colocar a região num processo de cicatrização rápida, o que dificultaria o implante do membro amputado.

Sobre a aplicação do Reiki sem o consentimento da pessoa, afirmamos que cabe a cada um o desejo de melhorar. Desse modo, o terapeuta não deve insistir na aplicação quando não for desejada. Cada um tem direito ao modo de vida que preferir. Ao pedir o Reiki a pessoa abre-se interiormente e declara sua intenção de se libertar da causa da sua doença. O ato de pedir possibilita o recebimento, a pessoa precisa querer receber a energia curadora. Forçar é totalmente antiético no Reiki, não devemos violar o livre-arbítrio de ninguém. 

O Reiki não deve ser impingido a ninguém contra a sua vontade, é impossível "unir-se" a alguém que não deseja. O Reiki nunca deve ser "forçado", contrariando a vontade de outra pessoa. Diríamos que esta é a principal restrição. Se o terapeuta ou aplicador de Reiki estiver com uma área infecionada ou ferimento aberto na mão, use luvas esterilizadas ou não aplique Reiki enquanto não estiver recuperado. Da mesma forma, para reduzir o risco de infeções, jamais devemos colocar as mãos diretamente sobre um corte ou ferimento aberto. A fim de evitar possíveis "contaminações", aplicação de Reiki deve ser evitada se o terapeuta estiver doente, abalado emocionalmente ou cansado.

 

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