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Ciência e o Reiki

  • Categoria: Textos
  • Publicado em quarta, 01 julho 2015 09:58
  • Escrito por Sérgio Silveira
  • Visualizações: 6587

A Ciência e o Reiki

Desde há bastante tempo, que se sabe que a atividade das células e tecidos geram campos elétricos que se podem detetar à face da pele.

As leis da física dizem que toda a corrente elétrica gera um campo magnético correspondente no espaço que o envolve. Porque esses campos são demasiado pequenos para serem detetados, os biologistas concluíram que eles não podiam ter um significado fisiológico. Esta situação começou a mudar em 1963 com o Dr. Gerhard Baule e Richard McFee do departamento de engenharia elétrica da Universidade de Syracuse, de Syracuse NY. Eles detetaram o campo biomagnético projetado pelo coração humano. Utilizaram então duas bobines cada uma com 2 milhões de voltas de fio, conectados a um amplificador muito sensível. Em 1970, David Cohen do MIT, utilizando o magnetómetro SQUID, confirmou os resultados obtidos para o coração. Em 1972, Choen melhorou a sensibilidade do seu aparelho, o que lhe permitiu medir os campos magnéticos produzidos pela atividade cerebral, à volta do cérebro. De seguida, descobriu-se que todos os tecidos e órgãos produziam vibrações magnéticas específicas, que são conhecidas hoje como campos biomagnéticos. Os registos tradicionais, tais como o eletrocardiograma e o eletroencefalograma, são completados hoje em dia por registos biomagnéticos, chamados magneto cardiograma e magneto encefalograma. 

 

A PROJEÇÃO DE ENERGIA PELAS MÃOS DOS TERAPEUTAS

Depois, os estudos de praticantes de Chi Kong (Qi Gong) debruçaram-se sobre os campos sonoros, de luz, e térmicos emitidos pelos “terapeutas”. O que é interessante, é que a frequência da vibração varia de um momento ao outro. Assim, os cientistas médicos que desenvolveram terapias com campos magnéticos vibrantes acham que essa mesma frequência é eficaz para desencadear o processo de “cura espontânea”, para muitas doenças, mesmo para doenças com mais de 40 anos. Eles sabem que frequências específicas estimulam o crescimento dos nervos, dos ossos, dos capilares e dos ligamentos. Os praticantes de Reiki e os seus pacientes têm continuamente experiências de “curas instantâneas” e a medicina académica, graças às suas descobertas científicas, começa agora a aceitar esta terapia como lógica e benéfica.
 

DIFERENÇAS INDIVIDUAIS NA DETEÇÃO E PROJEÇÃO DA ENERGIA

Para se poder estudar a projeção da energia das mãos dos terapeutas, os científicos têm primeiro que aceitar a ideia que há diferenças enormes entre as pessoas. E que a prática de diferentes técnicas pode aumentar o efeito. Há explicações neuro-psicológicas e biológicas lógicas a respeito do papel desempenhado pela prática e pela intenção. Um facto não muito conhecido é que as “ondas cerebrais” não estão confinadas ao cérebro, mas elas espalham-se através de todo o corpo pelo sistema perineural, os tecidos à volta dos nervos. O Dr. Robert O. Becker descreveu com precisão esse sistema, mais do que qualquer outro sistema, é o que se encarrega da reparação das feridas em todo o corpo. As ondas que começam dentro do cérebro como vibrações relativamente fracas ganham força onde se deslocam ao longo dos nervos periféricos justamente até às mãos. O mecanismo desta amplificação inclui provavelmente o sistema perineural e os outros sistemas de tecidos de conexão.
 

CONCLUSÃO

Neste muito breve resumo, demonstramos como certas experiências dos terapeutas energéticos têm base na biologia e na física. Negligenciados durante séculos, os terapeutas energéticos podem agora ocupar um lugar na medicina clínica. As grandes descobertas de biólogos e de sensitivos estão em vias de serem integrados para nos darem uma compreensão mais profunda da vida, da doença e da cura. A ciência não pode levantar o último véu do mistério da vida, nem apagar a parte espiritual da cura. Nós acreditamos que as pesquisas sobre as terapias energéticas podem levar sim a uma compreensão completa da Vida, da Doença e da Cura. 
 
Apesar de todos os esforços, até ao momento, verificamos que quem dirige a saúde mundialmente, não quer reconhecer os resultados obtidos por estes cientistas na saúde. No nosso ponto de vista isto é resultado, necessariamente de um “lobby” farmacêutico que não vê no Reiki um bom negócio. Pois o Reiki não é adepto de enxergar o paciente constantemente com medicamentos, apesar de sabermos da utilidade de alguns no processo de cura física. Muitas vezes, somos confrontados com reações físicas de quem toma medicação exagerada, e vemos com frequência a mudança de medicamentos ou a receita de novos medicamentos para resolver a reação dos primeiros.
 
Com as aplicações de Reiki o nosso organismo ficaria muito mais “desintoxicado” das drogas que muitos de nós ingerimos em excesso, e isso faria diminuir a venda de medicamentos mundialmente. Desta forma, vamos continuar a lutar com ideologias ultrapassadas, mas tendo a clara noção que quem é “cego” não é aquele que não vê, mas aquele que não quer ver.
 
 

 
Comentários   
#1 Raquel Andrade 03-06-2017 10:25
Acredito que muito em breve a ciência vai entender o Reiki como uma terapia válida para o tratamento do ser humano. Vou partilhar este maravilhoso texto. Obrigado.
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